Quem Somos

Quem Somos

A Eneva é uma empresa integrada de energia, com negócios complementares em geração de energia elétrica e exploração & produção de hidrocarbonetos no Brasil.

Atualmente, a Companhia possui um parque de geração térmica de 2,3 GW, que representa aproximadamente 6% da capacidade de geração térmica do país. A capacidade total instalada atingirá 3,4 GW até 2022 e 3,7 GW até 2026, com a entrada em operação de 4 novas usinas.

 

É a maior operadora privada de gás natural do Brasil, com uma capacidade de produção atual de 9 milhões de m³ por dia. Atualmente opera 11 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba e Amazonas, além da área de Juruá, na Bacia do Solimões. Adicionalmente, possui contratos de concessão para exploração e produção de hidrocarbonetos em mais de 64.000 km² nas Bacias do Parnaíba, Amazonas, Solimões e Paraná, em diferentes estágios exploratórios.

A Eneva foi pioneira na adoção do Reservoir-to-Wire (R2W) – modelo de negócios com integração total desde a exploração de gás natural até a comercialização da energia gerada. A atuação em toda a cadeia de valor confere à Eneva uma plataforma de crescimento para capturar uma ampla variedade de oportunidades em áreas estratégicas no setor de energia.

Durante o Eneva Investor Day de 2020, Pedro Zinner, CEO, comentou sobre os principais pilares que regem a companhia, cultura e o Jeito de ser Eneva.

< Veja o vídeo

Modelo R2W - Integração total desde a exploração de gás natural até a comercialização da energia gerada

Conjunto de diferenciais da Eneva

Conjunto de Diferenciais da Eneva
Reservoir to Wire: Integração total desde a exploração até a venda de energia na rede

Gás Natural: O combustível de transição

De acordo com os dados recentes divulgados pela Empresa de Planejamento Energético (EPE), de Projeção do Plano Decenal de Expansão 2030, a matriz energética brasileira irá incorporar, até 2030, aproximadamente 22 GW de energia renovável (eólica e solar). Essas fontes de energia são consideradas intermitentes e não despacháveis. Dessa forma, a fim de garantir a segurança do sistema energético brasileiro, a EPE sinaliza também que aproximadamente +8 GW de térmicas a gás natural serão adicionadas ao sistema até 2030. Essa fonte é considerada não-intermitente, despachável a qualquer momento e, portanto, confiável.

Projeção do Plano Decenal de Expansão 2030 (PDE 2030) – Empresa de Planejamento Energético (EPE):

1- https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-490/topico-564/Minuta_do_Plano_Decenal_de_Expansao_de_Energia_2030__PDE_2030.pdf

Dessa forma, pode-se concluir que o gás natural exercerá um papel fundamental na transição para uma matriz energética mais limpa. Além de oferecer um custo mais competitivo aos consumidores finais, o gás natural possui a mais baixa emissão de gases do efeito estufa quando comparado a outros combustíveis como carvão, óleo e diesel. A geração por gás natural emite até duas vezes menos tCO2e/MW (toneladas de dióxido de carbono equivalente por megawatt) quando comparada a geração por outros combustíveis fósseis.

Nesse sentido, a Eneva promove e alavanca a transição energética brasileira por meio da exploração e produção de gás natural na Bacia do Parnaíba e na Bacia do Amazonas, possibilitando o aumento da capacidade de geração de energia térmica a gás do país, atendendo à crescente necessidade brasileira por fontes mais limpas e eficientes de energia térmica. Além disso, em todas as atividades, a Companhia busca atuar com eficiência, perseguindo as melhores práticas para reduzir as emissões em suas operações.

Como exemplo, pode-se destacar a vitória, em 2019, no 1º Leilão da Aneel para o Sistema Isolado, com o projeto UTE Jaguatirica II, de capacidade instalada de 132 MW, que entrará em operação no segundo semestre de 2021. A usina termelétrica da Eneva está sendo implantada no município de Boa Vista, Estado de Roraima, onde irá substituir uma parte importante da geração à óleo combustível,com previsão de redução de 35% nas emissões de CO2 (dióxido de carbono), 99% de NOx (representação genérica de óxidos de nitrogênio) e até 43% no custo de geração do Estado.A usina irá consumir o gás natural extraído e produzido no Campo de Azulão, no Estado do Amazonas, que será transportado na forma liquefeita pela estrada que liga Manaus a Boa Vista.

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  • Certificação de 29,45 bcm de reservas de gás natural (2P), na data base de dezembro de 2021, na Bacia do Parnaíba. O Índice de Reposição de Reservas (IRR) nesta bacia foi de 264%. Já na Bacia do Amazonas, foram certificadas 7,11 bcm de reservas (2P). Adicionalmente, foram certificados os seguintes volumes de recursos contingentes totais (P50): i) 3,43 bcm de gás e 0,31 milhões de barris de óleo na Bacia do Amazonas; ii) 20,85 bcm de gás na Bacia do Solimões; e iii) 2,13 bcm de gás e 0,88 milhões de barris de óleo na Bacia do Parnaíba.
  • Conclusão da 7ª emissão de debêntures no valor de R$ 1,5 bilhão.
  • Conclusão da Incorporação da Focus Energia pela Eneva, adicionando um pipeline de cerca de 3,9 GWp em projetos renováveis, incluindo a Usina Solar Futura 1, em fase de construção, com 870 MWp. Adicionalmente, com a combinação de negócios, a Companhia alavanca a capacidade de comercialização de energia no mercado livre.
  • Certificação de 14,8 bcm de reservas de gás natural (2P) e 4,7 milhões de barris de condensado (2P), na data base de abril de 2022, no Campo de Azulão. Ainda na Bacia do Amazonas, no PAD Anebá, foram certificados os seguintes recursos contingentes (2C): 5,4 bcm de gás, 4,0 milhões de barris de condensado e 7,0 milhões de barris de óleo.
  • Contrato para fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) às instalações industriais da Suzano S.A., no Estado do Maranhão, com vigência de 10 anos a partir do início do fornecimento comercial. Com o Contrato, a Companhia amplia suas atividades, passando a incluir a comercialização de GNL em pequena escala.
  • Assinatura de Contrato de Compra e Venda de Ações da CELSEPAR – Centrais Elétricas de Sergipe Participações S.A. e da CEBARRA – Centrais Elétricas Barra dos Coqueiros S.A., entre a Companhia, na qualidade de compradora, e uma subsidiária da empresa norte-americana New Fortress Energy Inc., em conjunto com a Ebrasil Energia Ltda. e seus acionistas, na qualidade de vendedores. A conclusão da operação está sujeita a determinadas condições precedentes.
  • Assinatura de Contrato de Compra e Venda de Ações por meio do qual, subordinado à verificação de determinadas condições precedentes, a Companhia adquirirá 100% (cem por cento) das ações emitidas pela CGTF – Central Geradora Termelétrica Fortaleza S.A. (Termofortaleza) de propriedade da Enel Brasil S.A.
  • Certificação de 26,0 bcm de reservas de gás natural (2P) no Complexo Parnaíba, referente a dezembro de 2020. Adicionalmente, na data base de junho de 2021, foram certificadas 6,3 bcm de reservas de gás natural (2P) no Campo de Azulão, além de 26,7 bcm de recursos contingentes de gás natural (P50), sendo 5,8 bcm na Bacia do Amazonas e 20,9 bcm na Área de Juruá, na Bacia do Solimões.
  • Declaração de Comercialidade de mais um campo de gás natural no Complexo Parnaíba, o Campo de Gavião Belo, com estimativa de gas-in-place (Pmean) de 6,78 bcm.
  • Desdobramento das ações da Companhia na proporção de 1:4.
  • Celebrado o Acordo de Combinação de Negócios entre Eneva e Focus Energia.
  • Vitória no 1º Leilão de Capacidade da Aneel com a venda de produto potência de duas usinas.
  • Celebrado contrato de financiamento junto ao BASA, no valor de R$ 1,0 bilhão, e junto ao China Bank, no valor de R$ 90 milhões.
  • Conclusão da 4ª emissão de debêntures no valor de R$ 410 milhões.
  • Venda da totalidade da participação detida pela Eneva na Seival Sul Mineração.
  • Conclusão da 5ª emissão de debêntures no valor de R$ 650 milhões.
  • 6ª Emissão de Debêntures aprovada em Reunião de Conselho de Administração, no valor de R$ 835 milhões.
  • Acordo de Acionistas entre Atmos, Dynamo e Velt.
  • Aquisicão de 7 blocos exploratórios nas bacias terrestres do Amazonas e Paraná, e o campo de Juruá na bacia do Solimões.
  • 27,7 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P), sendo 24,1 bcm na Bacia do Parnaíba e 3,6 bcm na Bacia do Amazonas.
  • Oferta secundária de ações realizada com êxito (R$ 18,25 por ação).
  • Vitória no 1º Leilão da Aneel do Sistema Isolado. Início das obras do projeto integrado Azulão-Jaguatirica. Projeto enquadrado no REIDI.
  • Projeto Parnaíba VI, fechamento de ciclo de Parnaíba III, vence Leilão A-6.
  • Aumento de garantia física das UTEs Parnaíba I e III no Leilão A-2.
  • Conclusão da 2ª emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões e conclusão da 3ª emissão de debêntures no valor de R$ 650 milhões.
  • Pagamento antecipado da totalidade das dívidas da Recuperação Judicial.
  • Conclusão do financiamento integral do projeto Parnaíba V (BNB + debêntures incentivadas).
  • Aquisição de 6 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 1ª rodada da Oferta Permanente da ANP.
  • 25,0 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P), sendo 21,4 bcm na Bacia do Parnaíba e 3,6 bcm na Bacia do Amazonas.
  • Aquisição de 50% de Pecém II detida pela Uniper, por R$ 50 milhões.
  • Projeto Parnaíba V, fechamento de ciclo de Parnaíba I, vence Leilão A-6.
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Tesoura.
  • Reestruturação do segmento de gás natural (PGN).
  • 18,8 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P) na Bacia do Parnaíba.
  • Aquisição de 5 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 14ª rodada da ANP.
  • Aquisição do Campo Terrestre de Azulão, na Bacia do Amazonas.
  • Re-IPO R$ 0,9 bilhão.
  • Capacidade de produção de gás natural alcançou 8,4Mi m3/dia.
  • Fusão entre PGN e Eneva.
  • Início da operação comercial da usina Parnaíba II.
  • Encerramento da Recuperação Judicial em 1,5 anos.
  • Injeção de capital de R$ 3 bilhões por meio de contribuição de ativos, capitalização de créditos e em dinheiro.
  • Mudanças significativas na estrutura acionária.
  • Aquisição de 7 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 13ª rodada da ANP.
  • Declaração de Comercialidade para 4 novos campos.
  • Início das obras para expansão da capacidade de produção.
  • Investimento adicional da Cambuhy de R$ 350 milhões.
  • Venda de 50% de Pecém II para E.ON por R$ 400mm.
  • Acordo de Parnaíba II com a ANEEL para adiar PPA até 2016 (Termo de compromisso de Ajuste de Conduta – TAC).
  • Venda da totalidade de participação da Eneva em Pecém I (50%) para EDP por R$ 300mm.
  • Pedido de Recuperação Judicial.
  • Novo Conselho de Administração e Diretoria Executiva.
  • Início da operação comercial das usinas Itaqui, Pecém II, Parnaíba I, Parnaíba III e Parnaíba IV.
  • Investimento da Cambuhy na OGX Maranhão.
  • Denominação social da OGX Maranhão alterada para Paranaíba Gás Natural (PGN).
  • Primeira produção de gás comercial.
  • Denominação social da MPX alterada para Eneva.
  • Joint-venture com a E.ON.
  • Início da operação comercial da usina Pecém I.
  • Autorização para início da produção e escoamento de gás natural nos Campos Gavião Real e Gavião Azul. Gavião Real foi o 1º campo a operar para comissionamento de turbinas das termelétricas (24 meses desde o wildcat até a produção).
  • Projeto Parnaíba II vence Leilão A-3.
  • Início da campanha de perfuração.
  • Aquisição de participação de 50% no Bloco PNT-102 (2010/2011).
  • Primeira descoberta de gás natural.
  • Aquisição de 7 blocos exploratórios terrestres na Bacia de Parnaíba.
  • Fundada OGX Maranhão para operar atividades de E&P na Bacia do Parnaíba.
  • Início da campanha de exploração de gás natural.
  • IPO: R$ 2 bilhões.
  • Contratado 1.1GW no Leilão A-5.
  • 2022
  • 2021
  • 2020
  • 2019
  • 2018
  • 2017
  • 2016
  • 2015
  • 2014
  • 2013
  • 2012
  • 2011
  • 2010
  • 2009
  • 2007

Gás, o combustível da transição

Com a chegada de um futuro mais sustentável, a Geração térmica a gás, a menos poluentes dentre as fósseis, deve crescer 39% atuando como parceira de fontes renováveis, oferecendo flexibilidade, segurança e contribuindo para modicidade tarifária e uma matriz energética nacional mais verde.

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