Quem Somos

Quem Somos

A Eneva é uma empresa integrada de energia, com negócios complementares em geração de energia elétrica e exploração & produção de hidrocarbonetos no Brasil.

Atualmente, possui um parque de geração térmica de 2,2 GW, que representa 9% da capacidade de geração térmica do país. A capacidade total instalada atingirá 2,8 GW até 2024, com a entrada em operação de 3 novas usinas.

Em 2019, foi a segunda maior operadora de gás natural do Brasil, com uma capacidade de produção de 8,4 milhões de m³ por dia. Em 2021, com o início das operações na Bacia do Amazonas, a capacidade de produção de gás natural atingirá 9,0 milhões de m³ por dia. Atualmente opera 10 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba e Amazonas e, adicionalmente, possui contratos de concessão para exploração e produção de hidrocarbonetos em mais de 50.000 km².

A Eneva foi pioneira na adoção do Reservoir-to-Wire (R2W) – modelo de negócios com integração total desde a exploração de gás natural até a comercialização da energia gerada. A atuação em toda a cadeia de valor confere à Eneva uma plataforma de crescimento para capturar uma ampla variedade de oportunidades em áreas estratégicas no setor de energia.

Modelo R2W - Integração total desde a exploração de gás natural até a comercialização da energia gerada

Conjunto de diferenciais da Eneva

Conjunto de Diferenciais da Eneva
Reservoir to Wire: Integração total desde a exploração até a venda de energia na rede

Gás Natural: O combustível de transição

De acordo com os dados recentes divulgados pela Empresa de Planejamento Energético (EPE), de Projeção do Plano Decenal de Expansão 2029, a matriz energética brasileira irá incorporar, até 2029, aproximadamente 33 GW de energia renovável (eólica e solar). Essas fontes de energia são consideradas intermitentes e não despacháveis. Dessa forma, a fim de garantir a segurança do sistema energético brasileiro, a EPE sinaliza também que aproximadamente 23 GW de térmicas a gás natural serão adicionadas ao sistema até 2029. Essa fonte é considerada não-intermitente, despachável a qualquer momento e, portanto, confiável.

Projeção do Plano Decenal de Expansão 2029 (PDE 2029) – Empresa de Planejamento Energético (EPE):

Dessa forma, pode-se concluir que o gás natural exercerá um papel fundamental na transição para uma matriz energética mais limpa. Além de oferecer um custo mais competitivo aos consumidores finais, o gás natural possui a mais baixa emissão de gases do efeito estufa quando comparado a outros combustíveis como carvão, óleo e diesel. A geração por gás natural emite até duas vezes menos tCO2e/MW (toneladas de dióxido de carbono equivalente por megawatt) quando comparada a geração por outros combustíveis fósseis.

Nesse sentido, a Eneva promove e alavanca a transição energética brasileira por meio da exploração e produção de gás natural na Bacia do Parnaíba e na Bacia do Amazonas, possibilitando o aumento da capacidade de geração de energia térmica a gás do país, atendendo à crescente necessidade brasileira por fontes mais limpas e eficientes de energia térmica. Além disso, em todas as atividades, a Companhia busca atuar com eficiência, perseguindo as melhores práticas para reduzir as emissões em suas operações.

Como exemplo, pode-se destacar a vitória, em 2019, no 1º Leilão da Aneel para o Sistema Isolado, com o projeto UTE Jaguatirica II, de capacidade instalada de 132 MW, que entrará em operação no segundo semestre de 2021. A usina termelétrica da Eneva está sendo implantada no município de Boa Vista, Estado de Roraima, onde irá substituir uma parte importante da geração à óleo combustível,com previsão de redução de 35% nas emissões de CO2 (dióxido de carbono), 99% de NOx (representação genérica de óxidos de nitrogênio) e até 43% no custo de geração do Estado.A usina irá consumir o gás natural extraído e produzido no Campo de Azulão, no Estado do Amazonas, que será transportado na forma liquefeita pela estrada que liga Manaus a Boa Vista.

-
  • Celebrado contrato de financiamento junto ao BASA, no valor de R$ 1,0 bilhão, e junto ao China Bank, no valor de R$ 90 milhões
  • Conclusão da 4ª emissão de debêntures no valor de R$ 410 milhões
  • Venda da totalidade da participação detida pela Eneva na Seival Sul Mineração
  • 27,7 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P), sendo 24,1 bcm na Bacia do Parnaíba e 3,6 bcm na Bacia do Amazonas
  • Oferta secundária de ações realizada com êxito (R$ 18,25 por ação)
  • Vitória no 1º Leilão da Aneel do Sistema Isolado. Início das obras do projeto integrado Azulão-Jaguatirica. Projeto enquadrado no REIDI
  • Projeto Parnaíba VI, fechamento de ciclo de Parnaíba III, vence Leilão A-6
  • Aumento de garantia física das UTEs Parnaíba I e III no Leilão A-2
  • Conclusão da 2ª emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões e conclusão da 3ª emissão de debêntures no valor de R$ 650 milhões
  • Pagamento antecipado da totalidade das dívidas da Recuperação Judicial
  • Conclusão do financiamento integral do projeto Parnaíba V (BNB + debêntures incentivadas)
  • Aquisição de 6 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 1ª rodada da Oferta Permanente da ANP
  • 25,0 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P), sendo 21,4 bcm na Bacia do Parnaíba e 3,6 bcm na Bacia do Amazonas
  • Aquisição de 50% de Pecém II detida pela Uniper, por R$ 50 milhões
  • Projeto Parnaíba V, fechamento de ciclo de Parnaíba I, vence Leilão A-6
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Tesoura
  • Reestruturação do segmento de gás natural (PGN)
  • 18,8 bcm de reservas de gás natural certificadas (2P) na Bacia do Parnaíba
  • Aquisição de 5 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 14ª rodada da ANP
  • Aquisição do Campo Terrestre de Azulão, na Bacia do Amazonas
  • Re-IPO R$ 0,9 bilhão
  • Capacidade de produção de gás natural alcançou 8,4Mi m3/dia
  • Fusão entre PGN e Eneva
  • Início da operação comercial da usina Parnaíba II
  • Encerramento da Recuperação Judicial em 1,5 anos
  • Injeção de capital de R$ 3 bilhões por meio de contribuição de ativos, capitalização de créditos e em dinheiro
  • Mudanças significativas na estrutura acionária
  • Aquisição de 7 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 13ª rodada da ANP
  • Declaração de Comercialidade para 4 novos campos
  • Início das obras para expansão da capacidade de produção
  • Investimento adicional da Cambuhy de R$ 350 milhões
  • Venda de 50% de Pecém II para E.ON por R$ 400mm
  • Acordo de Parnaíba II com a ANEEL para adiar PPA até 2016 (Termo de compromisso de Ajuste de Conduta – TAC)
  • Venda da totalidade de participação da Eneva em Pecém I (50%) para EDP por R$ 300mm
  • Pedido de Recuperação Judicial
  • Novo Conselho de Administração e Diretoria Executiva
  • Início da operação comercial das usinas Itaqui, Pecém II, Parnaíba I, Parnaíba III e Parnaíba IV
  • Investimento da Cambuhy na OGX Maranhão
  • Denominação social da OGX Maranhão alterada para Paranaíba Gás Natural (PGN)
  • Primeira produção de gás comercial
  • Denominação social da MPX alterada para Eneva
  • Joint-venture com a E.ON
  • Início da operação comercial da usina Pecém I
  • Autorização para início da produção e escoamento de gás natural nos Campos Gavião Real e Gavião Azul. Gavião Real foi o 1º campo a operar para comissionamento de turbinas das termelétricas (24 meses desde o wildcat até a produção)
  • Projeto Parnaíba II vence Leilão A-3
  • Início da campanha de perfuração
  • Aquisição de participação de 50% no Bloco PNT-102 (2010/2011)
  • Primeira descoberta de gás natural
  • Aquisição de 7 blocos exploratórios terrestres na Bacia de Parnaíba
  • Fundada OGX Maranhão para operar atividades de E&P na Bacia do Parnaíba
  • Início da campanha de exploração de gás natural
  • IPO: R$ 2 bilhões
  • Contratado 1.1GW no Leilão A-5
  • 2020
  • 2019
  • 2018
  • 2017
  • 2016
  • 2015
  • 2014
  • 2013
  • 2012
  • 2011
  • 2010
  • 2009
  • 2007