Linha do Tempo

2026

  • Declaração de comercialidade da acumulação Colinas, na Bacia do Parnaíba;
  • Conclusão da 14ª Emissão de Debêntures da Eneva, no montante de R$ 2,4 bi;
  • Aquisição dos 20% remanescentes na Área de Japiim da Atem Participações, se tornando titular de 100% de participação na área;  
  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba na data base de dezembro de 2025, com Reservas 2P de 33,9 bcm de gás natural e 1,57 MMbbl de condensado;
  • Vitória no Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência de 2026, com a recontratação de 1,70 GW referente aos ativos UTE Parnaíba I, UTE Parnaíba III, UTE Itaqui e UTE Pecém II, além da adição de 3,65 GW de nova capacidade  a ser construída, referentes a novos empreendimentos; e
  • Celebração de contrato de compra e venda das ações representativas de 100% do capital social de Pecém II, cuja conclusão está ainda sujeita a determinadas condições precedentes usuais a este tipo de transação.

2025

  • Entrada em operação comercial (COD) de 100% da Planta de Liquefação de Gás Natural no Complexo Parnaíba, já 100% contratada;
  • Início da operação comercial (COD) de Parnaíba VI; 
  • Aprovação de investimento na Expansão da Capacidade da Planta de Liquefação de Gás do Parnaíba; e
  • Início da operação com a Eneva Explorer, a 1ª sonda de perfuração própria da Eneva.

2024

  • Início das obras do projeto Azulão 950;
  • Lançamento da mesa de gás;
  • Parceria com Scania e VirtuGNL para desenvolvimento de primeiro corredor logístico de GNL da America Latina;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes 2P das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2023;
    • Bacia do Parnaíba: 37,6 bcm de Reservas 2P de gás natural e 2,2 MMbbl de condensado
    • Bacia do Amazonas: 10,0 bcm de Reservas 2P  de gás natural e 9,5 MMbbl de condensado
    • Bacia de Solimões: 24,0 MMbbl de Recursos Contingentes 2C
  • Declaração de comercialidade das acumulações de Lago dos Rodrigues na Bacia do Parnaíba e de Anebá e Silves, na Bacia do Amazonas;
  • Conclusão das incorporações da Celse – Centrais Elétricas de Sergipe S.A., DC Energia e Participações S.A., FC One Energia Ltda., Focus Energia Ltda. e Platinum Comercializadora de Energia Participações Ltda. na Eneva S.A.;
  • Celebração de contrato de suprimento de gás natural com a Copergás, Linhares Geração S.A. e UTE Termopernambuco;
  • Realização de Oferta Pública Primária de Ações no valor de R$ 3,2 bilhões; 
  • Aquisição de 100% das UTEs Linhares, Povoação, Tevisa e Gera Maranhão; 
  • Conclusão da 13ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 838 milhões; e
  • Conclusão da 1ª Emissão de Debêntures da GNL Brasil, no montante de R$ 100 milhões.

2023

  • Posse do novo Diretor Presidente, Sr. Lino Cançado;
  • Realização da primeira operação de estocagem de GNL no FRSU do Hub Sergipe;
  • Início da operação comercial (COD) do Complexo Solar Futura 1;
    • Firmados PPAs de compra e venda de energia na modalidade de autoprodução com a White Martins e Vallourec, totalizando 84% do parque solar contratado em 2024;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes 2P das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2022; e
    • Bacia do Parnaíba: 33,1 bcm de Reservas 2P de gás natural e 0,3 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Lago dos Rodrigues foram certificados Recursos Contingentes 2C de 0,33 bcmde gás natural
    • Bacia do Amazonas: 14,5 bcm de Reservas 2P de gás natural e 5,5 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Anebá, foram certificados Recursos Contingentes 2C de 2,01 bcm de gás natural, 1,72 MMbbl de condensado, 4,34 MMbbl de óleo e 0,202 bcm de gás associado
    • Bacia de Solimões: 24,0 MMbbl de Recursos Contingentes 2C
  • Conclusão da 11ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 5,0 bilhões; e
  • Aquisição da acumulação marginal de Japiim, na Bacia do Amazonas, no 4º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão da ANP, em consórcio com a Atem Participações, na relação (80% Eneva / 20% Atem).

2022

  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2021;
    • Bacia do Parnaíba: 29,45 bcm de Reservas 2P de gás natural, além de Recursos Contingentes Totais (P50) de 2,13 bcm de gás natural e 0,88 MMbbl de óleo
    • Bacia do Amazonas: 14,8 bcm de Reservas 2Pde gás natural  e 4,7 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Anebá, foram certificados os seguintes Recursos Contingentes 2C: 5,4 bcm de gás, 4,0 MMbbl de condensado e 7,0 MMbbl de óleo.
    • Bacia de Solimões: 20,9 bcm de Reservas 2P
  • Vitória no 2º Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Energia, com o projeto UTE Azulão II, a ser implantado nas adjacências do Campo de Azulão, na Bacia do Amazonas;
  • Conclusão da incorporação da Focus Energia na Eneva S.A., cuja combinação de negócios permitirá à Companhia alavancar a capacidade de comercialização de energia no mercado livre;
  • Aquisição da CELSEPAR, que tem como principal ativo operacional a UTE Porto de Sergipe I, localizada no estado de Sergipe. A usina está integralmente contratada no ambiente regulado até dezembro de 2044;
  • Aquisição da CGTF – Central Geradora Termelétrica Fortaleza, que tem como principal ativo operacional a UTE Fortaleza, localizada no estado do Ceará;
  • Contrato para fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) às instalações industriais da Suzano e Vale, no estado do Maranhão, com vigência de 10 anos e 5 anos, respectivamente, a partir do início do fornecimento comercial. Com o contrato, a Companhia amplia suas atividades, passando a incluir a comercialização de GNL em pequena escala (SSLNG);
  • Conclusão da 8ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 2,0 bilhões;
  • Conclusão da 9ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 1,9 bilhões;
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Mateiro, com estimativa de gas-in-place (Pmean) de 5,62 bcm;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Parnaíba V; e
  • Eleição do novo Diretor Presidente Sr. Lino Cancado, com posse em janeiro de 2023.

2021

  • Certificação de Reservas da Bacias do Parnaíba, na data base de dezembro de 2020, com 26,0 bcm de Reservas 2P de gás natural;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes das Bacias do Amazonas e Solimões, na data base de junho de 2021;
    • Bacia do Amazonas: 6,3 bcm de Reservas 2P de gás natural, além de Recursos Contingentes Totais (P50) de 5,8 bcm de gás natural
    • Bacia de Solimões: Recursos Contingentes Totais (P50) de 20,9 bcm de gás natural 
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Belo, na Bacia do Parnaíba, com estimativa de gas-in-place (Pmean) de 6,78 bcm;
  • Desdobramento das ações da Companhia na proporção de 1:4;
  • Celebração de Acordo de Combinação de Negócios entre Eneva e Focus Energia; 
  • Celebração de acordo de exclusividade com Servtec para o desenvolvimento de um terminal de GNL; e
  • Vitória no 1º Leilão de Capacidade da Aneel com a venda de produto de potência de duas usinas.

2020

  • Certificação de Reservas das Bacias do Parnaíba e do Amazonas, na data base de dezembro de 2019;
    • Bacia do Parnaíba: 24,1 bcm de Reservas 2P de gás natural
    • Bacia do Amazonas: 3,6 bcm de Reservas 2P de gás natural
  • Conclusão da 4ª Emissão de Debêntures, no valor de R$ 410 milhões;
  • Venda da totalidade da participação detida pela Eneva na Seival Sul Mineração;
  • Conclusão da 4ª Emissão de Debêntiures da Eneva S.A., no valor de R$ 410 milhões;
  • Conclusão da 5ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 650 milhões;
  • Conclusão da 6ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 948 milhões; e
  • Aquisicão de 7 blocos exploratórios nas bacias terrestres do Amazonas e Paraná, e o campo de Juruá na Bacia do Solimões.

2019

  • Certificação de Reservas das Bacias do Parnaíba e do Amazonas, na data base de dezembro de 2018;
    • Bacia do Parnaíba: 21,4 bcm de Reservas 2P de gás natural
    • Bacia do Amazonas: 3,6 bcm de Reservas 2P de gás natural
  • Realização de Oferta Secundária de Ações, ao preço de R$ 18,25 por ação;
  • Início da implantação da UTE Parnaíba V;
  • Vitória no 1º Leilão da Aneel do Sistema Isolado;
  • Vitória no Leilão  de Energia Nova A-6 de 2019 com o Projeto Parnaíba VI, fechamento de ciclo de Parnaíba III;
  • Aumento de garantia física das UTEs Parnaíba I e III no Leilão A-2;
  • Conclusão da 2ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 2 bilhões;
  • Conclusão da 3ª emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 650 milhões;
  • Conclusão da 1ª Emissão de Debêntures da Parnaíba I, no valor de R$ 866 milhões;
  • Pagamento antecipado da totalidade das dívidas da Recuperação Judicial; 
  • Obtenção de Licença de Instalação para construção da UTE Jaguatirica II e consequente início das obras do projeto integrado Azulão-Jaguatirica;
  • Aquisição de 6 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 1ª rodada da Oferta Permanente da ANP; e
  • Declaração de comercialidade do campo Gavião Carijó, com volume estimado Pmean de gas-in-place de 3,04 bilhões de m³.

2018

  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba na data base de dezembro de 2017, com Reservas 2P de 18,8 bcm de gás natural;
  • Aquisição de 100% de Pecém II detida pelo Grupo Uniper, por R$ 50 milhões;
  • Conclusão da 3ª Emissão de Debêntures da Parnaíba II, no montante de R$ 750 milhões;
  • Conclusão da 8ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 2,0 bilhões;
  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-6  de 2018 com o Projeto Parnaíba V, fechamento de ciclo de Parnaíba I; e
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Tesoura, na Bacia do Parnaíba.

2017

  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba, na data base de abril de 2017, com Reservas 2P de 18,5 bcm de gás natural;
  • Aquisição de blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 14ª rodada da ANP;
  • Aquisição do Campo Terrestre de Azulão, na Bacia do Amazonas; e
  • Re-IPO R$ 0,9 bilhão.

2016

  • Fusão entre PGN e Eneva;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Parnaíba II; e
  • Encerramento da Recuperação Judicial em 1,5 anos.

2015

  • Injeção de capital de R$ 3,65 bilhões por meio de contribuição de ativos, capitalização de créditos e em dinheiro;
  • Mudanças significativas na estrutura acionária;
  • Aquisição de bloco terrestre de exploração na Bacia do Parnaíba na 13ª rodada da ANP;
  • Início das obras para expansão da capacidade de produção; e
  • Investimento adicional da Cambuhy de R$ 350 milhões.

2014

  • Venda de 50% de Pecém II para o Grupo Uniper por R$ 400 milhões;
  • Assinatura de Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta (TAC) entre a Parnaíba II e a ANEEL para adiar PPA até 2016;
  • Venda da totalidade de participação da Eneva em Pecém I (50%) para EDP por R$ 300 milhões;
  • Pedido de Recuperação Judicial; e
  • Instalação de novo Conselho de Administração e Diretoria Executiva.

2013

  • Início da operação comercial das UTEs Itaqui, Pecém II, Parnaíba I, Parnaíba III e Parnaíba IV;
  • Investimento da Cambuhy na OGX Maranhão;
  • Denominação social da OGX Maranhão alterada para Paranaíba Gás Natural (PGN);
  • Primeira produção de gás comercial; e
  • Denominação social da MPX Energia S.A. alterada para Eneva S.A..

2012

  • Formação de joint-venture com a E.ON;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Pecém I; e
  • Autorização para início da produção e escoamento de gás natural nos Campos Gavião Real e Gavião Azul, na Bacia do Parnaíba. Gavião Real foi o 1º campo a operar para comissionamento de turbinas das termelétricas (24 meses desde o wildcat até a produção).

2011

  • Celebração de Termo de Compromisso para aquisição de Projetos do Grupo Bertin, o que deu início à implementação do Complexo Termelétrico Parnaíba; 
  • Declaração de comercialidade em dois campos de gás naturais operados pela PGN na Bacia do Parnaíba; 
  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-3 , com o Projeto Parnaíba II; e
  • Obtenção de Licença Prévia (via PGN) para produção de gás natural nos campos Gavião Real e Gavião Azul, ambos na Bacia do Parnaíba.

2010

  • Início da campanha de perfuração de gás natural na Bacia do Parnaíba; 
  • Conclusão da aquisição de 7 blocos exploratórios terrestres na Bacia de Parnaíba; e
  • Primeira descoberta de gás natural na Bacia do Parnaíba.

2009

  • Desdobramento de ações na proporção 1:20;
  • Constituição da OGX Maranhão para operar atividades de E&P na Bacia do Parnaíba; e
  • Início da campanha de exploração de gás natural na Bacia do Parnaíba.

2008

  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-5, de 2018 com o projeto UTE Porto do Pecém II.

2007

  • Companhia foi transformada em sociedade por ações, alterando sua denominação social para MPX Energia S.A.;
  • Obtenção de registro como emissora de valores mobiliários perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM); 
  • Lançamento da Oferta Pública Inicial de Ações (IPO), por meio do qual captou R$ 2 bilhões; e
  • Celebração de acordo com a EDP para participação conjunta no Complexo Termelétrico do Pecém, relativo à UTE Porto do Pecém I (na proporção de 50% / 50%).
2026

2026

  • Declaração de comercialidade da acumulação Colinas, na Bacia do Parnaíba;
  • Conclusão da 14ª Emissão de Debêntures da Eneva, no montante de R$ 2,4 bi;
  • Aquisição dos 20% remanescentes na Área de Japiim da Atem Participações, se tornando titular de 100% de participação na área;  
  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba na data base de dezembro de 2025, com Reservas 2P de 33,9 bcm de gás natural e 1,57 MMbbl de condensado;
  • Vitória no Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência de 2026, com a recontratação de 1,70 GW referente aos ativos UTE Parnaíba I, UTE Parnaíba III, UTE Itaqui e UTE Pecém II, além da adição de 3,65 GW de nova capacidade  a ser construída, referentes a novos empreendimentos; e
  • Celebração de contrato de compra e venda das ações representativas de 100% do capital social de Pecém II, cuja conclusão está ainda sujeita a determinadas condições precedentes usuais a este tipo de transação.
2025

2025

  • Entrada em operação comercial (COD) de 100% da Planta de Liquefação de Gás Natural no Complexo Parnaíba, já 100% contratada;
  • Início da operação comercial (COD) de Parnaíba VI; 
  • Aprovação de investimento na Expansão da Capacidade da Planta de Liquefação de Gás do Parnaíba; e
  • Início da operação com a Eneva Explorer, a 1ª sonda de perfuração própria da Eneva.
2024

2024

  • Início das obras do projeto Azulão 950;
  • Lançamento da mesa de gás;
  • Parceria com Scania e VirtuGNL para desenvolvimento de primeiro corredor logístico de GNL da America Latina;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes 2P das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2023;
    • Bacia do Parnaíba: 37,6 bcm de Reservas 2P de gás natural e 2,2 MMbbl de condensado
    • Bacia do Amazonas: 10,0 bcm de Reservas 2P  de gás natural e 9,5 MMbbl de condensado
    • Bacia de Solimões: 24,0 MMbbl de Recursos Contingentes 2C
  • Declaração de comercialidade das acumulações de Lago dos Rodrigues na Bacia do Parnaíba e de Anebá e Silves, na Bacia do Amazonas;
  • Conclusão das incorporações da Celse – Centrais Elétricas de Sergipe S.A., DC Energia e Participações S.A., FC One Energia Ltda., Focus Energia Ltda. e Platinum Comercializadora de Energia Participações Ltda. na Eneva S.A.;
  • Celebração de contrato de suprimento de gás natural com a Copergás, Linhares Geração S.A. e UTE Termopernambuco;
  • Realização de Oferta Pública Primária de Ações no valor de R$ 3,2 bilhões; 
  • Aquisição de 100% das UTEs Linhares, Povoação, Tevisa e Gera Maranhão; 
  • Conclusão da 13ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 838 milhões; e
  • Conclusão da 1ª Emissão de Debêntures da GNL Brasil, no montante de R$ 100 milhões.
2023

2023

  • Posse do novo Diretor Presidente, Sr. Lino Cançado;
  • Realização da primeira operação de estocagem de GNL no FRSU do Hub Sergipe;
  • Início da operação comercial (COD) do Complexo Solar Futura 1;
    • Firmados PPAs de compra e venda de energia na modalidade de autoprodução com a White Martins e Vallourec, totalizando 84% do parque solar contratado em 2024;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes 2P das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2022; e
    • Bacia do Parnaíba: 33,1 bcm de Reservas 2P de gás natural e 0,3 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Lago dos Rodrigues foram certificados Recursos Contingentes 2C de 0,33 bcmde gás natural
    • Bacia do Amazonas: 14,5 bcm de Reservas 2P de gás natural e 5,5 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Anebá, foram certificados Recursos Contingentes 2C de 2,01 bcm de gás natural, 1,72 MMbbl de condensado, 4,34 MMbbl de óleo e 0,202 bcm de gás associado
    • Bacia de Solimões: 24,0 MMbbl de Recursos Contingentes 2C
  • Conclusão da 11ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 5,0 bilhões; e
  • Aquisição da acumulação marginal de Japiim, na Bacia do Amazonas, no 4º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão da ANP, em consórcio com a Atem Participações, na relação (80% Eneva / 20% Atem).
2022

2022

  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes das Bacias do Parnaíba, Amazonas e Solimões, na data base de dezembro de 2021;
    • Bacia do Parnaíba: 29,45 bcm de Reservas 2P de gás natural, além de Recursos Contingentes Totais (P50) de 2,13 bcm de gás natural e 0,88 MMbbl de óleo
    • Bacia do Amazonas: 14,8 bcm de Reservas 2Pde gás natural  e 4,7 MMbbl de condensado. Adicionalmente, no PAD Anebá, foram certificados os seguintes Recursos Contingentes 2C: 5,4 bcm de gás, 4,0 MMbbl de condensado e 7,0 MMbbl de óleo.
    • Bacia de Solimões: 20,9 bcm de Reservas 2P
  • Vitória no 2º Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Energia, com o projeto UTE Azulão II, a ser implantado nas adjacências do Campo de Azulão, na Bacia do Amazonas;
  • Conclusão da incorporação da Focus Energia na Eneva S.A., cuja combinação de negócios permitirá à Companhia alavancar a capacidade de comercialização de energia no mercado livre;
  • Aquisição da CELSEPAR, que tem como principal ativo operacional a UTE Porto de Sergipe I, localizada no estado de Sergipe. A usina está integralmente contratada no ambiente regulado até dezembro de 2044;
  • Aquisição da CGTF – Central Geradora Termelétrica Fortaleza, que tem como principal ativo operacional a UTE Fortaleza, localizada no estado do Ceará;
  • Contrato para fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) às instalações industriais da Suzano e Vale, no estado do Maranhão, com vigência de 10 anos e 5 anos, respectivamente, a partir do início do fornecimento comercial. Com o contrato, a Companhia amplia suas atividades, passando a incluir a comercialização de GNL em pequena escala (SSLNG);
  • Conclusão da 8ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 2,0 bilhões;
  • Conclusão da 9ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 1,9 bilhões;
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Mateiro, com estimativa de gas-in-place (Pmean) de 5,62 bcm;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Parnaíba V; e
  • Eleição do novo Diretor Presidente Sr. Lino Cancado, com posse em janeiro de 2023.
2021

2021

  • Certificação de Reservas da Bacias do Parnaíba, na data base de dezembro de 2020, com 26,0 bcm de Reservas 2P de gás natural;
  • Certificação de Reservas e Recursos Contingentes das Bacias do Amazonas e Solimões, na data base de junho de 2021;
    • Bacia do Amazonas: 6,3 bcm de Reservas 2P de gás natural, além de Recursos Contingentes Totais (P50) de 5,8 bcm de gás natural
    • Bacia de Solimões: Recursos Contingentes Totais (P50) de 20,9 bcm de gás natural 
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Belo, na Bacia do Parnaíba, com estimativa de gas-in-place (Pmean) de 6,78 bcm;
  • Desdobramento das ações da Companhia na proporção de 1:4;
  • Celebração de Acordo de Combinação de Negócios entre Eneva e Focus Energia; 
  • Celebração de acordo de exclusividade com Servtec para o desenvolvimento de um terminal de GNL; e
  • Vitória no 1º Leilão de Capacidade da Aneel com a venda de produto de potência de duas usinas.
2020

2020

  • Certificação de Reservas das Bacias do Parnaíba e do Amazonas, na data base de dezembro de 2019;
    • Bacia do Parnaíba: 24,1 bcm de Reservas 2P de gás natural
    • Bacia do Amazonas: 3,6 bcm de Reservas 2P de gás natural
  • Conclusão da 4ª Emissão de Debêntures, no valor de R$ 410 milhões;
  • Venda da totalidade da participação detida pela Eneva na Seival Sul Mineração;
  • Conclusão da 4ª Emissão de Debêntiures da Eneva S.A., no valor de R$ 410 milhões;
  • Conclusão da 5ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 650 milhões;
  • Conclusão da 6ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 948 milhões; e
  • Aquisicão de 7 blocos exploratórios nas bacias terrestres do Amazonas e Paraná, e o campo de Juruá na Bacia do Solimões.
2019

2019

  • Certificação de Reservas das Bacias do Parnaíba e do Amazonas, na data base de dezembro de 2018;
    • Bacia do Parnaíba: 21,4 bcm de Reservas 2P de gás natural
    • Bacia do Amazonas: 3,6 bcm de Reservas 2P de gás natural
  • Realização de Oferta Secundária de Ações, ao preço de R$ 18,25 por ação;
  • Início da implantação da UTE Parnaíba V;
  • Vitória no 1º Leilão da Aneel do Sistema Isolado;
  • Vitória no Leilão  de Energia Nova A-6 de 2019 com o Projeto Parnaíba VI, fechamento de ciclo de Parnaíba III;
  • Aumento de garantia física das UTEs Parnaíba I e III no Leilão A-2;
  • Conclusão da 2ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 2 bilhões;
  • Conclusão da 3ª emissão de Debêntures da Eneva S.A., no valor de R$ 650 milhões;
  • Conclusão da 1ª Emissão de Debêntures da Parnaíba I, no valor de R$ 866 milhões;
  • Pagamento antecipado da totalidade das dívidas da Recuperação Judicial; 
  • Obtenção de Licença de Instalação para construção da UTE Jaguatirica II e consequente início das obras do projeto integrado Azulão-Jaguatirica;
  • Aquisição de 6 blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 1ª rodada da Oferta Permanente da ANP; e
  • Declaração de comercialidade do campo Gavião Carijó, com volume estimado Pmean de gas-in-place de 3,04 bilhões de m³.
2018

2018

  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba na data base de dezembro de 2017, com Reservas 2P de 18,8 bcm de gás natural;
  • Aquisição de 100% de Pecém II detida pelo Grupo Uniper, por R$ 50 milhões;
  • Conclusão da 3ª Emissão de Debêntures da Parnaíba II, no montante de R$ 750 milhões;
  • Conclusão da 8ª Emissão de Debêntures da Eneva S.A., no montante de R$ 2,0 bilhões;
  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-6  de 2018 com o Projeto Parnaíba V, fechamento de ciclo de Parnaíba I; e
  • Declaração de Comercialidade do Campo de Gavião Tesoura, na Bacia do Parnaíba.
2017

2017

  • Certificação de Reservas da Bacia do Parnaíba, na data base de abril de 2017, com Reservas 2P de 18,5 bcm de gás natural;
  • Aquisição de blocos terrestres de exploração na Bacia do Parnaíba na 14ª rodada da ANP;
  • Aquisição do Campo Terrestre de Azulão, na Bacia do Amazonas; e
  • Re-IPO R$ 0,9 bilhão.
2016

2016

  • Fusão entre PGN e Eneva;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Parnaíba II; e
  • Encerramento da Recuperação Judicial em 1,5 anos.
2015

2015

  • Injeção de capital de R$ 3,65 bilhões por meio de contribuição de ativos, capitalização de créditos e em dinheiro;
  • Mudanças significativas na estrutura acionária;
  • Aquisição de bloco terrestre de exploração na Bacia do Parnaíba na 13ª rodada da ANP;
  • Início das obras para expansão da capacidade de produção; e
  • Investimento adicional da Cambuhy de R$ 350 milhões.
2014

2014

  • Venda de 50% de Pecém II para o Grupo Uniper por R$ 400 milhões;
  • Assinatura de Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta (TAC) entre a Parnaíba II e a ANEEL para adiar PPA até 2016;
  • Venda da totalidade de participação da Eneva em Pecém I (50%) para EDP por R$ 300 milhões;
  • Pedido de Recuperação Judicial; e
  • Instalação de novo Conselho de Administração e Diretoria Executiva.
2013

2013

  • Início da operação comercial das UTEs Itaqui, Pecém II, Parnaíba I, Parnaíba III e Parnaíba IV;
  • Investimento da Cambuhy na OGX Maranhão;
  • Denominação social da OGX Maranhão alterada para Paranaíba Gás Natural (PGN);
  • Primeira produção de gás comercial; e
  • Denominação social da MPX Energia S.A. alterada para Eneva S.A..
2012

2012

  • Formação de joint-venture com a E.ON;
  • Início da operação comercial (COD) da UTE Pecém I; e
  • Autorização para início da produção e escoamento de gás natural nos Campos Gavião Real e Gavião Azul, na Bacia do Parnaíba. Gavião Real foi o 1º campo a operar para comissionamento de turbinas das termelétricas (24 meses desde o wildcat até a produção).
2011

2011

  • Celebração de Termo de Compromisso para aquisição de Projetos do Grupo Bertin, o que deu início à implementação do Complexo Termelétrico Parnaíba; 
  • Declaração de comercialidade em dois campos de gás naturais operados pela PGN na Bacia do Parnaíba; 
  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-3 , com o Projeto Parnaíba II; e
  • Obtenção de Licença Prévia (via PGN) para produção de gás natural nos campos Gavião Real e Gavião Azul, ambos na Bacia do Parnaíba.
2010

2010

  • Início da campanha de perfuração de gás natural na Bacia do Parnaíba; 
  • Conclusão da aquisição de 7 blocos exploratórios terrestres na Bacia de Parnaíba; e
  • Primeira descoberta de gás natural na Bacia do Parnaíba.
2009

2009

  • Desdobramento de ações na proporção 1:20;
  • Constituição da OGX Maranhão para operar atividades de E&P na Bacia do Parnaíba; e
  • Início da campanha de exploração de gás natural na Bacia do Parnaíba.
2008

2008

  • Vitória no Leilão de Energia Nova A-5, de 2018 com o projeto UTE Porto do Pecém II.
2007

2007

  • Companhia foi transformada em sociedade por ações, alterando sua denominação social para MPX Energia S.A.;
  • Obtenção de registro como emissora de valores mobiliários perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM); 
  • Lançamento da Oferta Pública Inicial de Ações (IPO), por meio do qual captou R$ 2 bilhões; e
  • Celebração de acordo com a EDP para participação conjunta no Complexo Termelétrico do Pecém, relativo à UTE Porto do Pecém I (na proporção de 50% / 50%).