Ativos

Complexo Parnaíba 5 ativos
Projeto integrado
Azulão-Jaguatirica
UTE e Campo
Outros
Ativos
X

Complexo Parnaíba

Projeto integrado Azulão-Jaguatirica

Outros Ativos

Complexo Parnaíba 1,8 GW de capacidade instalada em operação + 0,1 GW em construção
Complexo Parnaíba + info
UTE Jaguatirica II UTE a gás de 141 MW de capacidade instalada em operação
UTE Jaguatirica II + info
Complexo Azulão Campo de Azulão, localizado na bacia do Amazonas com 14,8 bcm de reservas de gás (2P) certificadas UTE Azulão I – 360 MW
UTE Azulão II – 590 MW
Complexo Azulão + info
Usina Fotovoltaica Tauá 1 MW de capacidade instalada Opera em mercado livre
Usina Fotovoltaica Tauá + info
UTE Porto de Itaqui 360 MW de capacidade instalada em operação
UTE Porto de Itaqui + info
UTE Porto de Sergipe I 1.593 MW de capacidade instalada em operação
UTE Porto de Sergipe I + info
Bacia do Solimões Ativo adquirido no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP.
Bacia do Solimões + info
UTE Pecém ll 365 MW de capacidade instalada em operação
UTE Pecém ll + info
Complexo Solar – Futura 1 671 MW de capacidade instalada em construção (870 MWpico)
Complexo Solar – Futura 1 + info
UTE Termofortaleza 327 MW de capacidade instalada em hibernação
UTE Termofortaleza + info
Bacia do Paraná Quatro blocos exploratórios adquiridos no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP.
Bacia do Paraná + info
  • -
  • 100%
  • +
Complexo Parnaíba

O Complexo Parnaíba tem capacidade total instalada de 1,9 GW e é composto por 5 usinas termelétricas a gás natural em operação (Parnaíba I, II, III, IV e V), totalizando 1,8 GW operacionais, e uma usina não operacionais (Parnaíba VI), além de 11 campos terrestres situados em suas adjacências.

Geração de energia

As usinas estão interligadas ao Subsistema Norte de produção e à rede de transmissão de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN).

As UTEs Parnaíba I, II e III possuem contratos vigentes de Comercialização no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), no qual as geradoras comercializam energia para as distribuidoras através de leilões organizados pela agência reguladora, a ANEEL. São contratos de longo prazo, que garantem uma remuneração fixa ao agente gerador (protegida contra inflação), independente da geração, acrescida de uma remuneração variável quando há despacho. Para a UTE Parnaíba V, esses contratos entrarão em vigência a partir de janeiro de 2024.

A usina Parnaíba VI não possui contratos vigentes no ACR, uma vez que atualmente está em processo de construção, com início dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) previstos para janeiro de 2025.

Em 2021, a UTE Parnaíba IV sagrou-se vitoriosa no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, firmando o compromisso de venda de 39 MW de potência, pelo prazo de 15 anos, com a entrega a partir de 1º de julho de 2026. Atualmente, a usina Parnaíba IV é a única usina operacional que está no Ambiente de Contratação Livre (ACL)., operando Merchant.

Upstream

A Eneva possui ativos de exploração e produção de gás natural situados em quatro estados do Brasil: Maranhão (bacia sedimentar do Parnaíba), Amazonas (bacias sedimentares do Amazonas e do Solimões), Mato Grosso do Sul e Goiás (bacia sedimentar do Paraná). A Companhia é detentora dos contratos de concessão para operar onze campos declarados comerciais na Bacia do Parnaíba, no Maranhão. Deste total, sete estão em produção – Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo, Gavião Azul, Gavião Preto e Gavião Tesoura – e quatro em desenvolvimento – Gavião Branco Norte, Gavião Carijó, Gavião Belo e Gavião Mateiro. O portfólio da Companhia também é composto por ativos em fase de avaliação da descoberta e blocos exploratórios adquiridos na 13ª e 14ª Rodada de Licitações da ANP, hoje em fase exploratória de perfuração e sísmica, respectivamente, além de blocos adquiridos no 1º Ciclo de Oferta Permanente, realizado pela ANP em 2019.

A capacidade total de produção de gás da Eneva na Bacia do Parnaíba é de até 8,4 milhões m³/dia, e está vinculada à geração de energia, ou seja, o gás é produzido de acordo com a demanda das usinas termelétricas do Complexo Parnaíba. Nesse sentido, a Eneva adotou um modelo de negócios inovador no Complexo, o modelo Reservoir-to-Wire (R2W), permitindo que o gás não-associado em terra, que é mais competitivo em termos de custo de descoberta, desenvolvimento e produção por metro cúbico, seja utilizado na geração de energia a custos mais atrativos para o sistema elétrico brasileiro.

Adicionalmente, no Complexo Parnaíba, a Companhia possui 29,45 bcm de reservas (2P) certificadas pela Gaffney Cline & Associates, na data base de dezembro de 2021, além de uma rede de gasodutos de 203 km de extensão.

 Comercialização

A Eneva atua também na comercialização de energia e gás autorizada pela ANP, que atua no Ambiente de Contratação Livre (ACL), posicionada de forma aumentar a rentabilidade de produtos existentes; administrar o risco da liquidez em contratos de curto, médio e longo prazo; aumentar o valor adicionado de seus produtos através de inteligência de mercado; novas oportunidades de negócios; e aumento da rentabilidade de ativos já existentes por meio de melhorias na gestão do nosso portfólio de energia.  A partir de análises relativas a, dentre outros, cenário hidrológico das bacias do SIN, macroeconomia e evolução de oferta e demanda de energia, são definidas estratégias para comercialização no mercado livre de energia a partir de fontes de geração própria e de terceiros

O mercado caminha para uma maior abertura do mercado livre, com maior integração entre os setores de gás e energia, e a comercializadora pode capturar oportunidades de um mercado mais aberto e maduro de energia.

Complexo Azulão e Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica
Complexo Azulão

Em 2018, a Eneva adquiriu o Campo de Azulão, localizado no município de Silves, no estado do Amazonas. Em janeiro de 2019, o volume de reservas (2P) de gás natural certificadas pela consultoria independente Gaffney, Cline & Associates (GCA) era de 3,6 bilhões de metros cúbicos. Com a evolução da campanha exploratória, houve um incremento significativo de reservas de gás no campo, de forma que em 30 de abril de 2022, a GCA já havia certificado um volume de reservas (2P) de gás de 14,8 bilhões de metros cúbicos. Além disso, nessa mesma data, foram certificadas também reservas (2P) de condensado no montante de 4,7 milhões de barris. 

Nas adjacências do Campo de Azulão, a Eneva adquiriu três blocos (AMT-62, AM-T-84 e AM-T-85) no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, em dezembro de 2020. Os blocos possuem 3.210 km de sísmicas existentes 2D e 1.375 km² de sísmicas existentes 3D. Na data de 30 de abril de 2022, foram certificados os seguintes recursos contingentes (2C) nos blocos AM-T-84/AM-T-85 (PAD Anebá): 5,4 bilhões de metros cúbicos de gás natural, 4,0 milhões de barris de condensado e 7,0 milhões de barris de óleo. Ao longo de 2022 e 2023, a Eneva continuará trabalhando na campanha de avaliação da descoberta de Anebá, com a perfuração e testes de poços.

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica

A primeira forma de monetização das reservas de gás do Campo de Azulão foi o Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica, que consiste na extração, produção, tratamento e liquefação de gás natural no Campo de Azulão, com transporte do GNL (gás natural liquefeito) em tanques criogênicos até a UTE Jaguatirica II, localizada em Boa Vista, no estado de Roraima.  Em área adjacente à usina ocorre a tancagem do GNL  e regaseificação para a utilização do gás na geração termelétrica.

A UTE Jaguatirica II, de capacidade instalada de 141 MW, sagrou-se vitoriosa no Leilão para Suprimento a Boa Vista e localidades conectadas, de 2019, da ANEEL. O contrato estabelecido no leilão prevê compromisso de entrega de potência de 117 MW, totalmente flexível, pelo prazo de 15 anos, a partir da operação comercial da usina, concluída em maio de 2022.

Geração Termelétrica no Complexo

As demais formas de monetização das reservas de gás do Campo do Azulão serão os dois projetos termelétricos que a Companhia irá construir no próprio campo: 

–  UTE Azulão I, de 360 MW de capacidade instalada, a ser construída em ciclo aberto. A usina foi contratada no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, em dezembro de 2021. O contrato estabelecido no leilão prevê que a usina terá o compromisso de venda de potência de 295 MW, pelo prazo de 15 anos, a partir do início da operação comercial da usina, que está programada para 1º de julho de 2026.

–  UTE Azulão II, de 590 MW de capacidade instalada, a ser construída em ciclo combinado. A usina foi contratada no 2º Leilão de Reserva de Capacidade na forma de energia da ANEEL, em setembro de 2022. O contrato estabelecido no leilão prevê que a usina terá potência contratada de 520,8 MWm, com inflexibilidade contratual de 70%, pelo prazo de 15 anos, a partir do início da operação comercial da usina, que está programada para 31 de dezembro de 2026.

As usinas termelétricas Azulão I e II, que em conjunto terão 950 MW de capacidade instalada e estarão conectadas ao Subsistema Norte do Sistema Interligado Nacional, marcam o início da construção do Complexo de Geração do Azulão na bacia do Amazonas.  Os projetos fazem parte da estratégia da ENEVA de replicar o modelo de negócios R2W (Reservoir-to-Wire), implementado com sucesso na Bacia do Parnaíba. 

 

Hub Sergipe

Situado em Sergipe, consiste em um polo estratégico para o cenário nacional: o Hub Sergipe. Essa estrutura integrada reúne a Usina Termoelétrica (UTE) Porto de Sergipe I  e o Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (FRSU). Adicionalmente, está sendo construída a interligação da estrutura do Hub Sergipe à malha de gasodutos da TAG, previsto para ser concluída no segundo semestre de 2024. A Eneva é detentora dos ativos no Hub Sergipe e desenvolve esse polo desde outubro de 2022, quando anunciou a aquisição de 100% das ações de emissão da DC Energia, sociedade holding que detém participação societária na CELSEPAR e na CEBARRA.

Gas 2 Power: UTE Porto Sergipe I

A UTE Porto Sergipe I, situada em Barra dos Coqueiros, Sergipe, está em operação desde 2020 e integralmente contratada no ambiente regulado até dezembro de 2044. Com uma capacidade instalada de 1.593 MW, a usina contribuiu para a segurança de suprimento da região Nordeste e do país. A UTE opera em ciclo combinado de gás natural e vapor, otimizando a geração de energia e reduzindo significativamente as emissões de CO2 em comparação a outras fontes tradicionais, contribuindo para a despolarização da matriz energética brasileira e o alinhamento do país com as metas internacionais de sustentabilidade. O combustível utilizado, o gás natural, corrobora esse compromisso com a geração de energia limpa e eficiente.

Comercialização Gás Ongrid: Integração com FRSU e a malha nacional de gás

A UTE Porto de Sergipe I é suprida por Gás Natural Liquefeito (GNL) adquirido de terceiro e transportado por navios metaneiros (navios tanques que transportam o gás natural) até o Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (FRSU) em Aracaju. No FRSU, o GNL é regaseificado, voltando ao seu estado gasoso original e armazenado em tanques criogênicos. Gasodutos direcionam então o gás natural regaseificado para a UTE. Uma vez na usina, o gás natural aciona turbinas a gás, gerando energia elétrica. O vapor gerado nesse processo é posteriormente utilizado em turbinas a vapor, otimizando a eficiência energética da usina. Por fim, a energia elétrica gerada pela UTE é injetada na rede de transmissão de alta tensão, abastecendo cidades e indústrias em todo o país.

É importante destacar que a malha de gasodutos da TAG está espalhada na costa do Nordeste e se conecta com outras redes de gasodutos pelo país. Dessa forma, a conclusão da interligação premitirá o transporte do gás natural do FRSU para outras regiões, atividades e clientes.  Eneva lançou no início de 2024 a Mesa de Gás que, ofertará diversos serviços relacionados à venda de gás a partir do FSRU do Hub Sergipe, primeiro terminal privado de GNL conectado a malha de transporte de gás nacional.

Bacia do Solimões

No 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, em dezembro de 2020, a Eneva adquiriu 100% de participação na área de acumulação marginal de Juruá, que está situada nos municípios de Tefé/AM e Carauari/AM, a 725 km a sudoeste da Cidade de Manaus/AM, e a 110 km a oeste do Pólo de Urucu. Conforme dados certificados pela GCA em 31 de dezembro de 2023, os recursos contingentes (P50) totalizam 24,04 bilhões de metros cúbicos.

Termelétricas a Carvão

A Eneva possui atualmente dois ativos de geração termelétrica a base de carvão mineral que, em conjunto, têm capacidade instalada de 725 MW.

  1. UTE Porto do Itaqui (“UTE Itaqui”), no Maranhão, com capacidade instalada de 360 MW;
  2.  UTE Porto do Pecém II (“UTE Pecém II”), no Ceará, com capacidade instalada de 365 MW.

As UTEs Itaqui e Pecém II são usinas em operação e integram o subsistema Norte e Nordeste, respectivamente, do SIN. As usinas estão localizadas nas proximidades de zonas portuárias e são abastecidas por carvão importado. A venda de energia produzida por tais usinas é realizada por meio de contratos estabelecidos em leilões de energia no ambiente regulado (“CCEARS”), os quais, em conjunto, são responsáveis por uma receita bruta fixa indexada anualmente ao IPCA. 

Os referidos (“CCEARS”) preveem, adicionalmente, uma receita variável destinada a cobrir os custos de combustível (atualizados mensalmente pela variação do CIF ARA) e de operação e manutenção (atualizados anualmente pela variação do IPCA), incorridos quando as plantas são despachadas pelo ONS. 

A usina de Itaqui foi contratada no leilão A-5 da ANEEL, em 2007, e vendeu 315 MWm. As datas de início e vencimento do CCEAR são, respectivamente, janeiro de 2012 e dezembro de 2027. Já a usina de Pecém II foi contratada no leilão A-5 da ANEEL, em 2008, e vendeu 277 MWm. As datas de início e vencimento do CCEAR são, respectivamente, janeiro de 2013 e setembro de 2028.

Complexo Solar – Futura 1

O Complexo Solar Futura 1, localizado no estado da Bahia, é composto pelas UFVs Futura 1 a 22 e conta com 692,4 MWac de capacidade instalada. O Complexo iniciou sua operação comercial em maio de 2023 e, desde então, a Companhia vem sendo remunerada pela energia gerada.

O Complexo Solar Futura inclui 2 projetos adicionais, Futura 2 e Futura 3, que poderão ser desenvolvidos futuramente, de acordo com o cenário macroeconômico e as oportunidades de mercado. Os 3 projetos, em conjunto, poderão alcançar uma capacidade instalada de 3,9 GWp.

Considerando o segmento de renováveis, a Companhia passa a ter um portfólio de geração de energia mais equilibrado. Os projetos das UFV Futura 1, 2 e 3 contribuirão com uma maior parcela de energia descontratada e disponível para negociação no ambiente livre, permitindo o fortalecimento das atividades de comercialização de energia. O crescimento do portfólio de geração em energia renovável contribuirá ainda para a redução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa (GEE) do portfólio de geração da Eneva, fortalecendo o processo de transição energética da Companhia.

Além do Projeto Futura, a Companhia possui a Usina Fotovoltaica Tauá, uma com capacidade instalada de 1MW, que corresponde ao consumo de aproximadamente 1.500 residências. Está localizada no estado do Ceará, conectada à rede de transmissão de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN), e interligada ao subsistema Nordeste de produção. O início da operação comercial da usina foi em agosto de 2011 e a energia gerada é comercializada no Ambiente de Contratação Livre.

Termofortaleza

Situada em Caucaia, Ceará, a UTE Fortaleza, com capacidade instalada de 327 MW e composta por um ciclo combinado de gás e vapor foi adquirida em agosto de 2022 pela Eneva, com a aquisição de 100% das ações emitidas pela CGTF – Central Geradora Termelétrica Fortaleza S.A. O PPA da UTE Fortaleza se encerrou em dezembro de 2023, a usina foi desligada e a outorga encerrada. O ativo permanecerá em hibernação enquanto a Eneva avalia eventuais oportunidades de contratação de novo ciclo para essa usina.

Bacia do Paraná

No 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, em dezembro de 2020, a Eneva adquiriu 4 blocos localizados nos estados do Mato Grosso do Sul e de Goiás, com uma área sob concessão de 11.544 km² (PAR-T-196, PAR-T-215, PAR-T-86, PART-99). A aquisição se deu em parceria com a Enauta Energia S.A. (70% de participação da Eneva e 30% da Enauta), em que a Eneva é operadora. . 

A Eneva adquiriu também 527 km de sísmicas 2D existentes e, entre 2023 e 2024, a aquisição prevista de sísmicas 2D é de 2.000 a 3.000 km. Adicionalmente, a Companhia pretende iniciar a perfuração dos poços exploratórios no ano de 2025.

Azulão-Jaguatirica

Complexo Parnaíba

Outros Ativos

Sustentabilidade

Futura

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Azulão

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Jaguatirica

Azulão-Jaguatirica

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

Pecém II

Outros Ativos

Pecém II

Outros Ativos

Pecém II

Outros Ativos

Pecém II

Outros Ativos

Itaqui

Outros Ativos

Itaqui

Outros Ativos

Itaqui

Outros Ativos

Itaqui

Outros Ativos

Itaqui

Outros Ativos

Fortaleza

Outros Ativos

Porto de Sergipe

Outros Ativos

Vila Nova Canaã

Sustentabilidade

Programa de Educação

Sustentabilidade

Polo Agrícola

Sustentabilidade

Polo Agrícola

Sustentabilidade

Escola Digna

Sustentabilidade

Nova Demanda

Sustentabilidade

HortCannã

Sustentabilidade

Pecém

Outros Ativos

Pecém

Outros Ativos

Pecém

Outros Ativos

Futura- Visão Aérea I

Futura

Futura- Visão Aérea II

Futura

Futura - Upclose

Futura

Complexo Solar Futura I

Institucional

Eneva Investor Day

Eneva Investor Day

Projeto Azulão-Jaguatirica II

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento de Pessoas

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Meio Ambiente

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Estratégia

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento Regional

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento de Comunidades

Institucional

Institucional

Institucional

Caminho do Gás

Institucional

Reassentamento Nova Demanda

Projetos Sociais

Complexo Solar Futura I

Institucional

Eneva Investor Day

Eneva Investor Day

Projeto Azulão-Jaguatirica II

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento de Pessoas

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Meio Ambiente

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Estratégia

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento Regional

Institucional

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II - Desenvolvimento de Comunidades

Institucional

Institucional

Institucional

Caminho do Gás

Institucional

Reassentamento Nova Demanda

Projetos Sociais