Principais Ativos

Complexo Parnaíba 4 ativos
Projeto integrado
Azulão-Jaguatirica
UTE e Campo
Outros
Ativos

Complexo Parnaíba

Projeto integrado Azulão-Jaguatirica

Outros Ativos

  • -
  • 100%
  • +
Complexo Parnaíba 1,4 GW de capacidade instalada em operação + 477 MW em construção
Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II UTE a gás de 141 MW de capacidade instalada em operação Suficiente para abastecer 70% de Roraima
Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II Campo de Azulão localizado na Bacia do Amazonas 6,88 bi m3 de gás natural em reservas certificadas
Usina Azulão Novo projeto contratado no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, com capacidade instalada de 295 MW.
Itaqui 360 MW de capacidade instalada em operação
Pecém II 365 MW de capacidade instalada em operação
Usina Solar Futura 1 - Complexo Solar 671 MW de capacidade instalada em construção (870 MWpico)
Bacia do Amazonas Três blocos exploratórios adquiridos no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP.
Bacia do Solimões Ativo adquirido no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP.
Bacia do Paraná Quatro blocos exploratórios adquiridos no 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP.
Usina Fotovoltaica Tauá 1 MW de capacidade instalada Opera em mercado livre
Complexo Parnaíba

Complexo Parnaíba

O complexo Parnaíba tem capacidade total instalada de 1,9 GW, sendo 1,4 GW já em operação. O Complexo é composto por 6 usinas termelétricas a gás natural (Parnaíba I, II, III, IV, V e VI) e 10 campos terrestres situados em suas adjacências.

Geração de energia

As usinas estão interligadas ao Subsistema Norte de produção e à rede de transmissão de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN).

As usinas Parnaíba I, II, III, V e VI possuem contratos vigentes no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), no qual as geradoras comercializam energia para as distribuidoras através de leilões organizados pela agência reguladora, a ANEEL. São contratos de longo prazo, que garantem uma remuneração fixa ao agente gerador (protegida contra inflação), independente da geração, acrescida de uma remuneração variável quando há despacho.

A usina Parnaíba IV é atualmente a única usina operacional que está no Ambiente de Contratação Livre (ACL), operando Merchant. No ano de 2021 a UTE Parnaíba IV sagrou-se vitoriosa no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, firmando o compromisso de venda de 39 MW de potência, pelo prazo de 15 anos, com a entrega a partir de 1º de julho de 2026.

A usina Parnaíba II opera em ciclo combinado de gás, isto é, utiliza o calor gerado pela combustão do gás nas turbinas a gás que operam em ciclo aberto e o reaproveita para geração de energia, por meio de usinas a vapor. Com isso, é possível gerar mais energia sem o uso adicional de moléculas de gás, aumentando, assim, a eficiência térmica do sistema. As usinas Parnaíba V e VI, em construção, também vão operar em ciclo combinado.

Upstream

A Eneva possui dez campos declarados comerciais na Bacia do Parnaíba, no Maranhão. Deste total, cinco estão em produção, Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo e Gavião Azul, e cinco em desenvolvimento Gavião Preto, Gavião Branco Norte, Gavião Tesoura, Gavião Carijó e Gavião Belo. A Companhia possui, ainda, ativos em fase de avaliação da descoberta e blocos exploratórios adquiridos na 13ª e 14ª Rodada de Licitações da ANP, hoje em fase exploratória de perfuração e sísmica, respectivamente, além de blocos adquiridos no Primeiro Ciclo de Oferta Permanente, realizado pela ANP em 2019, e, mais recentemente no final de 2020, 7 blocos exploratórios nas bacias terrestres do Amazonas e Paraná, e o campo de Juruá na bacia do Solimões, no segundo ciclo da Oferta Permanente da ANP.

A capacidade atual total de produção de gás da Eneva na Bacia do Parnaíba é de até 8,4 milhões m³/dia, e está totalmente vinculada à geração de energia, ou seja, o gás é produzido de acordo com a demanda das usinas termelétricas do Complexo Parnaíba. O gás não-associado em terra é mais competitivo em termos de custo de descoberta, desenvolvimento e produção por metro cúbico, resultando na geração de energia a custos mais atrativos para o sistema elétrico brasileiro.

Adicionalmente, a Companhia possui 36,56 bcm de reservas (2P) certificadas pela Gaffney Cline & Associates (Relatórios de certificação de reservas de gás natural referentes a 2021), sendo 29,45 bcm no Complexo Parnaíba, além de uma rede de gasodutos de 203 km de extensão.

 

Processo simplificado de E&P

Mapa com os ativos de exploração e campos:

Gavião Azul, Gavião Real, Gavião Branco, Gavião Branco Norte, Gavião Vermelho, Gavião Caboclo, Gavião Preto, Gavião Tesoura, Gavião Carijó e Gavião Belo.

 

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II

O projeto consiste na extração, produção, tratamento e liquefação de gás no Campo de Azulão, no Estado do Amazonas, que será transportado em tanques criogênicos até área adjacente à UTE Jaguatirica, localizada em Boa Vista, no Estado de Roraima, por meio de rodovia pavimentada de 1.100km, já utilizada atualmente para transporte de demais mercadorias.

Azulão é um campo de gás natural localizado na Bacia do Amazonas, no Estado do Amazonas. O campo, comprado pela Eneva em 2018, tem volume de reservas certificadas pela consultoria independente Gaffney, Cline & Associates, de 6,88 bilhões de metros cúbicos de gás natural (2P), que é um volume suficiente para garantir 100% de despacho na UTE Jaguatirica II durante todo o período de contrato, caso necessário.

A usina termelétrica Jaguatirica II, em construção em Boa vista, Estado de Roraima, possui capacidade instalada de 141 MW. A UTE sagrou-se vitoriosa no Leilão para Suprimento a Boa Vista e localidades conectadas, de 2019, da ANEEL. O contrato estabelecido no leilão prevê que a UTE Jaguatirica II terá compromisso de entrega de potência de 117 MW, totalmente flexível, pelo prazo de 15 anos, a partir do início da operação comercial da usina, programada para o começo de 2022. Sua receita fixa anual será reajustada anualmente pelo IPCA. Adicionalmente, quando despachada, a usina receberá receita variável equivalente aos custos de combustível e custos variáveis de operação e manutenção.

A ENEVA irá desenvolver a produção de gás e a geração termelétrica de forma integrada, replicando, assim, em uma nova geografia, o modelo de negócios R2W (Reservoir-to-Wire), implementado com sucesso na Bacia do Parnaíba.

Para entender mais sobre o Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica, veja a série disponível no youtube:

 

Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II

Usina Azulão

A UTE Azulão é um empreendimento novo de geração termelétrica a gás natural, com capacidade instalada de 295 MW, que será ligado ao Subsistema Norte do Sistema Interligado Nacional. Sua localização será no município de Silves, Estado do Amazonas.

O projeto foi contratado no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, em dezembro de 2021. O contrato estabelecido no leilão prevê que a UTE Azulão terá o compromisso de venda de potência de 295 MW, pelo prazo de 15 anos, a partir do início da operação comercial da usina, que está programada para o começo de julho de 2026.

A UTE Azulão utilizará como combustível o gás natural proveniente do Campo de Azulão, localizado a menos de 1km de distância do local em que a usina será instalada. Dessa forma, a ENEVA irá replicar o modelo de negócios R2W (Reservoir-to-Wire), implementado com sucesso na Bacia do Parnaíba e no Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica.

 

Usina Azulão

Usina Azulão

A UTE Azulão é um empreendimento novo de geração termelétrica a gás natural, com capacidade instalada de 295 MW, que será ligado ao Subsistema Norte do Sistema Interligado Nacional. Sua localização será no município de Silves, Estado do Amazonas.

O projeto foi contratado no primeiro Leilão de Reserva de Capacidade da ANEEL, em dezembro de 2021. O contrato estabelecido no leilão prevê que a UTE Azulão terá o compromisso de venda de potência de 295 MW, pelo prazo de 15 anos, a partir do início da operação comercial da usina, que está programada para o começo de julho de 2026.

A UTE Azulão utilizará como combustível o gás natural proveniente do Campo de Azulão, localizado a menos de 1km de distância do local em que a usina será instalada. Dessa forma, a ENEVA irá replicar o modelo de negócios R2W (Reservoir-to-Wire), implementado com sucesso na Bacia do Parnaíba e no Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica.

Itaqui

Itaqui

Itaqui é uma usina a carvão, com capacidade instalada de 360MW, localizada no Maranhão, interligada ao Subsistema Norte de produção e à rede de transmissão de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN). Sua capacidade de produção é suficiente para abastecer 65% da necessidade energética do Estado do Maranhão.

 

Capacidade(MW) 360
Energia Vendida em Leilão (MWm) 315
Garantia Física (MWm) 341
Índice para reajuste CIF ARA(API #2)
Vencimento PPA Dez, 2026
Participação Eneva 100%
Localização Maranhão
Subsistema Norte
Pecém II

Pecém II

Pecém II é uma usina a carvão, com capacidade instalada de 365MW, localizada no Ceará, a 15km do Porto do Pecém. Está interligada ao Subsistema Nordeste de produção e à rede de transmissão de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN). A usina fica localizada no Complexo Pecém, que produz volume de energia equivalente a 60% do consumo do Estado do Ceará, e 10% do consumo da região Nordeste.

Capacidade(MW) 365
Energia Vendida em Leilão (MWm) 277
Garantia Física (MWm) 299
Índice para reajuste CIF ARA(API#2)
Vencimento PPA Dez, 2027
Participação Eneva 100%
Localização Ceará
Subsistema Nordeste
Usina Solar Futura 1 - Complexo Solar

Usina Solar Futura 1 – Complexo Solar

A usina solar fotovoltaica Futura 1, atualmente em construção, terá capacidade instalada de 870 MWp. Localizado no estado da Bahia, o projeto está sendo desenvolvido em uma região com um dos mais altos índices de irradiação solar do Brasil. A entrada em operação da usina está prevista para o segundo semestre de 2022 e grande parte da energia a ser gerada já está contratada.

O projeto do Complexo Solar Futura inclui 2 usinas adicionais, Futura 2 e Futura 3, que poderão ser desenvolvidas futuramente, de acordo com o cenário macroeconômico e as oportunidades de mercado. Os 3 projetos, em conjunto, poderão alcançar uma capacidade instalada de 3,9 GWp, conforme a tabela a seguir:

Futura 1 Futura 2 Futura 3
Capacidade Instalada (MW) 671 702 1.620
Garantia Física (MWm) 231 240 520
Potência Pico (MWp) 870 907 2.095

 

Com a entrada no segmento de renováveis, a Companhia passa a ter um portfólio de geração de energia mais equilibrado. Os projetos das UFV Futura 1, 2 e 3 contribuirão com uma maior parcela de energia descontratada e disponível para negociação no ambiente livre, permitindo o fortalecimento das atividades de comercialização de energia. O crescimento do portfólio de geração em energia renovável contribuirá ainda para a redução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa (GEE) do portfólio de geração da Eneva, fortalecendo o processo de transição energética da Companhia.

Para entender mais sobre Futura 1, assista ao vídeo:

Bacia do Amazonas

Bacia do Amazonas

No 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, a Eneva adquiriu três blocos (AMT-62, AM-T-84 e AM-T-85) na Bacia do Amazonas, no Estado do Amazonas, nas adjacências do Campo de Azulão, campo já operado pela Eneva e com início de produção de gás natural estimado para o final de 2021. A Companhia detém 100% de participação nos blocos. O Programa Exploratório Mínimo (PEM) prevê 11.414 Unidades de Trabalho (UTs), a ser executado ao longo de 8 anos.

  • Bônus de assinatura: R$16,29 milhões
  • Área sob concessão: 7.224 km²
  • PEM: 600 km de 2D
  • Sísmicas existentes: 3.210 km de 2D e 1.375 km² de 3D

Bacia do Solimões

Bacia do Solimões

No 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, a Eneva adquiriu 100% de participação no campo de Juruá, localizado na Bacia do Solimões, no Estado do Amazonas, e a 110 km a oeste dos campos de gás e óleo de Urucu.

  • Bônus de assinatura: R$ 25,76 milhões
  • Volume de gas-in-place: 25,9 bcm

 

Bacia do Paraná

Bacia do Paraná

No 2º ciclo da Oferta Permanente da ANP, a Eneva adquiriu 4 blocos (PAR-T-196, PAR-T-215, PAR-T-86, PART-99) em consórcio com a Enauta Energia S.A. (70% de participação da Eneva e 30% da Enauta). Os blocos estão localizados nos estados do Mato Grosso do Sul e de Goiás. O PEM ofertado para 100% dos blocos foi de 7.548 UTs, a ser executado em até 6 anos.

  • Bônus de assinatura: R$ 2,11 milhões (R$ 1,5 milhões líquido para Eneva)
  • Área sob concessão: 11.544 km²
  • PEM: 1000 km de 2D
  • Sísmicas existentes: 527 km fomento 2D ANP

 

Usina Fotovoltaica Tauá

Usina Fotovoltaica Tauá

Tauá foi a primeira usina solar em escala comercial do Brasil. Está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Sua geração, de 1 MW de energia, corresponde ao consumo de aproximadamente 1.500 residências.

  • Localização: Tauá (CE)
  • Participação da Eneva: 100%
  • Capacidade instalada: 1 MW
  • Início da operação: Ago/2011